Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Central Sergipe NotíciasCentral Sergipe NotíciasCentral Sergipe Notícias
  • Brasil
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Reading: Diagnosticar cardiopatias congênitas cedo aumenta qualidade de vida
Font ResizerAa
Central Sergipe NotíciasCentral Sergipe Notícias
Font ResizerAa
  • Brasil
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Buscar
  • Brasil
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Já tem uma conta? Entrar
Siga-nos
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Saúde

Diagnosticar cardiopatias congênitas cedo aumenta qualidade de vida

Última atualização: junho 12, 2026 11:20 am
8 Min Leitura
Compartilhar
Diagnosticar cardiopatias congênitas cedo aumenta qualidade de vida

Cerca de 30 mil crianças com algum tipo de malformação no coração nascem no Brasil a cada ano, segundo o Ministério da Saúde. Nesta sexta-feira (12), quando se celebra o Dia Nacional de Conscientização sobre a Cardiopatia Congênita, a coordenadora da Divisão de Cardiologia da Criança e do Adolescente do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Renata Mattos, destaca que o acesso ao diagnóstico está aumentando no país.

Contents
Diagnóstico fetalAtenção aos sinaisVida normalTrês cirurgiasAcompanhamento no SUS

“Aqui, na Região Sudeste, a gente tem mais acesso do que na Região Norte, por exemplo. Mas, de forma geral, a gente vê que o diagnóstico está sendo feito e o acesso ao tratamento está cada vez melhor”, avalia a cardiologista pediátrica, que é especialista em hemodinâmica de cardiopatias congênitas.

Considerada uma das principais causas de mortalidade infantil por malformações, a condição exige diagnóstico precoce e acompanhamento especializado para aumentar as chances de sobrevivência e a qualidade de vida dos pacientes.

A estimativa mundial é que em torno de 1% de todas as crianças nascidas vivas vão ter algum tipo de cardiopatia, sendo que, desse total, 30% precisam de atenção logo na primeira infância.

Renata Mattos explicou à Agência Brasil que o nome cardiopatia congênita engloba várias doenças, com diferentes níveis de gravidade.

“É qualquer malformação no coração da criança que acontece quando o bebê está se formando ainda dentro da barriga da mãe. Então, o coração se forma com algum tipo de estrutura errada”.

Diagnóstico fetal

A cardiologista pediátrica explica que, quando o problema é detectado ainda dentro da barriga da mãe, durante a gestação, é possível que haja cirurgias para corrigi-lo em alguns casos. Entretanto, é raro que haja indicação para tal.

“Na grande maioria das vezes, quando a gente faz o diagnóstico ainda dentro da barriga, no feto, isso serve principalmente para a gente planejar como vai ser o fim da gestação, como vai ser o parto”.

Se, por exemplo, se detecta um tipo de cardiopatia que pode precisar de tratamento assim que o bebê nascer, esse parto precisa ocorrer em um lugar que tenha uma UTI, para que seja realizada uma cirurgia ou cateterismo. Já se for uma doença menos grave, a mãe pode seguir a gestação normalmente e ter o parto como estava planejado.

Em algumas doenças muito graves, se não houver tratamento nos primeiros dias de vida, o bebê pode não sobreviver. Já as cardiopatias menos graves podem apresentar sintomas ou alguma repercussão mais tarde.

Atenção aos sinais

Quando o bebê não é diagnosticado com uma cardiopatia grave ao nascer, as famílias devem prestar atenção a alguns sinais que podem indicar problemas cardíacos. 

Durante o acompanhamento com o pediatra, é preciso ver se a criança está crescendo e ganhando peso dentro da curva esperada para ela. 

“Se houver muita dificuldade de ganhar peso, tem que investigar se não é alguma coisa cardíaca”, indica a cardiologista.

Também é preciso atenção ao bebê que não consegue mamar, que mama pouco e cansa ou que apresenta uma respiração muito acelerada ou cansada. 

“São sinais de atenção para que os pais procurem atendimento cardiológico para o filho”.

Outro sintoma, no caso de problemas de oxigenação do sangue, é a criança ficar arroxeada, principalmente na ponta do nariz e nos lábios. 

Já crianças mais velhas podem relatar, por exemplo, dor no peito ou sensação de palpitação, que pode ser causada por alguma arritmia. 

Vida normal

É comum que as cardiopatias congênitas sejam solucionadas com um único procedimento. Mas, em outros casos, o paciente tem que fazer várias cirurgias em sequência, desde o nascimento até a vida adulta.

“Quando você diagnostica direitinho, a possibilidade de a pessoa ter uma vida normal é imensa”, afirmou Renata Mattos. 

Os profissionais que tratam esses pacientes têm de ficar atentos porque, à medida que eles envelhecem, além da cardiopatia congênita, eles passam a ter “os problemas de adulto”, como hipertensão ou colesterol alto. A médica destaca que os pacientes com cardiopatias estão cada vez mais sobrevivendo, trabalhando e tendo uma vida normal, com acompanhamento médico. 

“Antigamente, a gente achava que essas crianças não podiam fazer nada, não podiam fazer nenhum esporte, e isso não é verdade. Hoje em dia, a gente até estimula que esses pacientes façam exercícios”.

Três cirurgias

Nathan Senna Alves foi diagnosticado com cardiopatia congênita grave ao nascer. Sua tia, que era enfermeira, o levou ainda bebê para a instituição Pró Criança Cardíaca, que atende a crianças com esse problema de saúde há 30 anos.

“A doutora Rosa [fundadora da instituição] me acolheu desde que eu nasci. Fiz meu acompanhamento todo e, com 2 anos, tive que operar pela primeira vez. Sempre me tratei lá. Foi a minha segunda casa, desde que eu nasci”, disse Nathan Senna Alves, hoje com 30 anos, à Agência Brasil.

Aos 6 e aos 18 anos de idade, ele operou mais duas vezes, para trocar válvulas do coração. “Operei com 18 anos, no dia do meu aniversário, que é 19 de maio”.

Nathan é casado, tem um filho de 12 anos e não teve complicações depois da terceira cirurgia. Atualmente, ele se trata na Policlínica Piquet Carneiro, vinculada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). 

A cardiologista pediátrica Rosa Célia, criadora do projeto, contou à Agência Brasil que histórias como a de Nathan mostram a importância do acesso à saúde.

“Quando há diagnóstico precoce e acesso ao tratamento adequado, a cardiopatia congênita não precisa definir os limites de uma vida”.

Ao longo dessas três décadas, a instituição atendeu mais de 16 mil crianças e adolescentes e realizou 130 mil atendimentos, garantindo cuidado completo e gratuito às famílias assistidas.

Acompanhamento no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acompanhamento integral às crianças com cardiopatia congênita, desde o ecocardiograma no pré-natal até cirurgias de alta complexidade. 

Os principais pilares de atuação e prevenção no Brasil incluem:

  • Ecocardiograma Fetal: Exame recomendado pelo ⁠Ministério da Saúde para ser realizado entre a 24ª e 28ª semana de gestação para detectar anomalias antes do nascimento;
  • Teste do Coraçãozinho (Oximetria de Pulso): Triagem neonatal obrigatória realizada nos recém-nascidos ainda na maternidade, entre 24 e 48 horas de vida, para identificar precocemente cardiopatias críticas.
  • Linha de Cuidado do SUS: Pacientes diagnosticados são encaminhados para a rede especializada, onde podem receber tratamento clínico ou cirúrgico custeado integralmente pelo Sistema Único de Saúde.

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe este artigo
Facebook Email Copy Link Print
Artigo anterior Governo de Sergipe dá início a mais uma edição do Arrastapé do 18 nesta sexta-feira, 12 Governo de Sergipe dá início a mais uma edição do Arrastapé do 18 nesta sexta-feira, 12
Próximo artigo Sergipe registra alta no setor de serviços e consolida 4º maior crescimento do Nordeste Sergipe registra alta no setor de serviços e consolida 4º maior crescimento do Nordeste
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Seleção feminina faz 3 a 1 na Argentina em primeiro jogo no Beira-Rio
7 horas ago
Secretaria de Estado da Assistência Social promove I Seminário Primeira Infância Antirracista
5 meses ago
Governo de Sergipe divulga resultado preliminar do Acelera Mulher 2026
5 meses ago
Governo do Estado realiza primeira entrega de rações para ONGs de proteção animal
5 meses ago
Governo do Estado abre mais de 200 vagas em cursos de qualificação nesta segunda-feira, 11
5 meses ago

Você Pode Gostar

Vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS começa em duas semanas, diz Padilha
Saúde

Vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS começa em duas semanas, diz Padilha

4 meses ago
Maioria dos pacientes que importa remédios canábicos faz musculação
Saúde

Maioria dos pacientes que importa remédios canábicos faz musculação

4 meses ago
Desafio dos bancos de leite é conscientizar lactantes a doar excedente
Saúde

Desafio dos bancos de leite é conscientizar lactantes a doar excedente

5 meses ago
Estudo alerta para avanço de bactéria em criações de peixes
Saúde

Estudo alerta para avanço de bactéria em criações de peixes

3 meses ago
Central Sergipe Notícias

Um portal de notícias de Sergipe

Acesso Rápido

  • Home
  • Blog
  • Contato

Contato

  • contato@centralsergipenoticias.com.br

Mais Lidas Últimos 7 Dias

Seleção feminina faz 3 a 1 na Argentina em primeiro jogo no Beira-Rio
Secretaria de Estado da Assistência Social promove I Seminário Primeira Infância Antirracista
Governo de Sergipe divulga resultado preliminar do Acelera Mulher 2026
Governo do Estado realiza primeira entrega de rações para ONGs de proteção animal
Governo do Estado abre mais de 200 vagas em cursos de qualificação nesta segunda-feira, 11
Bem-vindo de volta!

Entre na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?