Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Central Sergipe NotíciasCentral Sergipe NotíciasCentral Sergipe Notícias
  • Brasil
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Reading: Caso Gritzbach: viúva de homem morto durante crime relata dificuldades
Font ResizerAa
Central Sergipe NotíciasCentral Sergipe Notícias
Font ResizerAa
  • Brasil
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Buscar
  • Brasil
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Já tem uma conta? Entrar
Siga-nos
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Justiça

Caso Gritzbach: viúva de homem morto durante crime relata dificuldades

Última atualização: junho 22, 2026 8:06 pm
6 Min Leitura
Compartilhar
Caso Gritzbach: viúva de homem morto durante crime relata dificuldades

A viúva do motorista de aplicativo Celso Araujo Sampaio de Novais, assassinado durante a execução do empresário e delator Vinicius Gritzbach, depôs nesta segunda-feira (22) no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. Ouvida como testemunha de acusação durante o julgamento do caso, ela relatou as dificuldades, inclusive financeiras, que enfrenta desde a morte do marido.

Contents
Policiais no banco dos réusTestemunhas de acusaçãoJúri popular

“Ele me ajudava a pagar o aluguel. Ele era muito provedor. Antes eu não tinha essa preocupação, mas, hoje, tenho dificuldades para pagar o aluguel e até os óculos do meu filho”, contou ela, que teve seu nome preservado durante o depoimento à Justiça.

No dia 8 de novembro de 2024, seu marido passava pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos no momento em que homens encapuzados desceram de um carro e passaram a fazer disparos contra Gritzbach, que foi assassinado no local.

O depoimento da viúva foi acompanhado pela mãe do motorista assassinado, Aparecida Camilo, de 65 anos. Sentada na plateia do júri, Aparecida chorou enquanto a nora falava sobre o filho. Em um dos momentos de maior emoção, ela ouviu a nora contar à Justiça:

“Nosso filho me pergunta o tempo todo: ‘Por que tiraram o meu pai de mim?’”, disse a viúva, durante seu depoimento.

O motorista de aplicativo, que estava apenas passando pelo aeroporto, acabou sendo baleado no rim. Além disso, disse a viúva, estilhaços de balas também atingiram o seu fígado. Ele morreu no dia seguinte ao assassinato de Gritzbach.

Segundo um perito criminal que também foi ouvido nesta segunda-feira pela Justiça, como testemunha de acusação, pelo menos 27 projéteis foram disparados naquele dia.

Policiais no banco dos réus

Três policiais militares estão sendo julgados pelos dois assassinatos: o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos.

Os três estão presos no Presídio Militar Romão Gomes. O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usarem fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria levado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.

Os réus estiveram nesta segunda no Fórum para acompanhar todo o julgamento, que tem previsão de ocorrer durante cinco dias. Eles só puderam entrar na sala onde ocorre o julgamento após as duas primeiras testemunhas de acusação terem sido ouvidas. Isso ocorreu porque as próprias testemunhas solicitaram à Justiça para que fossem ouvidas sem a presença dos policiais na sala.

Essas duas primeiras testemunhas foram vítimas do crime. Uma delas é um homem que trabalhava no aeroporto e sofreu ferimentos na mão provocados por estilhaços de bala. A outra era uma mulher que foi atingida com estilhaços na região da barriga e que, no dia do crime, estava no Terminal 2 do aeroporto apenas para pedir um carro de aplicativo após ter viajado a trabalho.

Durante o depoimento à Justiça, as duas vítimas disseram não conhecer os assassinados nem os acusados pelo crime e afirmaram que foram surpreendidas pelos disparos.

Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público do Estado de São Paulo, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.

Testemunhas de acusação

A acusação do caso é feita pelos promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes, que arrolaram dez testemunhas para serem ouvidas. Até por volta das 14h, apenas quatro pessoas haviam falado: as duas vítimas dos disparos, a viúva do motorista de aplicativo e um dos peritos responsáveis pela investigação.

Uma dessas dez testemunhas foi arrolada também pelos advogados de defesa dos réus, que relacionaram, no total, 12 testemunhas.

As testemunhas de defesa começarão a ser ouvidas somente depois que todas as testemunhas de acusação falarem. 

Antes do júri popular ter início, os advogados de defesa dos réus conversaram com a imprensa que aguardava do lado de fora e alegaram que seus clientes são inocentes e que todo o inquérito que foi produzido contra eles foi “manipulado”.

Júri popular

Para o júri popular, foram selecionados sete jurados, que foram escolhidos entre a população em geral, sendo três mulheres e quatro homens.

Depois de serem ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa, há o interrogatório dos réus. Em seguida, ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa.

Só então, os sete jurados irão se reunir para decidir se os três policiais serão condenados ou absolvidos pelos crimes.

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe este artigo
Facebook Email Copy Link Print
Artigo anterior Moraes vai decidir se Bolsonaro continuará em prisão domiciliar Moraes vai decidir se Bolsonaro continuará em prisão domiciliar
Próximo artigo SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

STF retira crédito presumido do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins
14 horas ago
Secretaria de Estado da Assistência Social promove I Seminário Primeira Infância Antirracista
5 meses ago
Governo de Sergipe divulga resultado preliminar do Acelera Mulher 2026
5 meses ago
Governo do Estado realiza primeira entrega de rações para ONGs de proteção animal
5 meses ago
Governo do Estado abre mais de 200 vagas em cursos de qualificação nesta segunda-feira, 11
5 meses ago

Você Pode Gostar

Fenaj e Abraji criticam ação contra jornalista no Maranhão
Justiça

Fenaj e Abraji criticam ação contra jornalista no Maranhão

2 meses ago
TSE recebeu mais de 50 mil denúncias de propaganda irregular
Justiça

TSE recebeu mais de 50 mil denúncias de propaganda irregular

1 semana ago
Mendonça autoriza rastreamento de bens de Vorcaro no exterior
Justiça

Mendonça autoriza rastreamento de bens de Vorcaro no exterior

2 meses ago
Anvisa e Receita Federal apreendem 25 mil cigarros eletrônicos
Justiça

Anvisa e Receita Federal apreendem 25 mil cigarros eletrônicos

4 meses ago
Central Sergipe Notícias

Um portal de notícias de Sergipe

Acesso Rápido

  • Home
  • Blog
  • Contato

Contato

  • contato@centralsergipenoticias.com.br

Mais Lidas Últimos 7 Dias

STF retira crédito presumido do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins
Secretaria de Estado da Assistência Social promove I Seminário Primeira Infância Antirracista
Governo de Sergipe divulga resultado preliminar do Acelera Mulher 2026
Governo do Estado realiza primeira entrega de rações para ONGs de proteção animal
Governo do Estado abre mais de 200 vagas em cursos de qualificação nesta segunda-feira, 11
Bem-vindo de volta!

Entre na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?